domingo, 9 de outubro de 2016

Mudança de paradigma

Na sequência deste post, a segunda parte da revolução anunciada pelo - ou através do - JN no FC Porto com a entrada de Luís Gonçalves na estrutura. Foi escrito que o FC Porto vai passar a privilegiar ao máximo a contratação de jogadores portugueses para os sub-19, e a contratação de estrangeiros passará a ser feita só em circunstâncias excepcionais. 

Jornal de Notícias, 07/09/2016
É uma necessidade, sobretudo quando tendo em conta que, nos últimos sete anos, não foi contratado um único jogador para os Sub-19 que se tivesse afirmado no FC Porto, ou que tenha neste momento um papel ativo na equipa principal. 

Para já, podemos ver com agrado que o plantel de juniores do FC Porto para esta época é na sua esmagadora maioria composto por portugueses. Há cinco estrangeiros no plantel. Mário Évora, guarda-redes cabo-verdiano que provavelmente nunca sairá do estatuto de suplente; Ayou Abou, marroquino ex-Barcelona que faz a segunda época no clube; Moses John, um desconhecido nigeriano que ainda não jogou; Yan Dinghao, um médio chinês - não há futebolistas chineses com qualidade para o FC Porto e pouco leva a crer que Dinghao inverta a história; e por fim James McArthur, um ganês que dificilmente sairá com mediatismo maior do que aquele com que chegou. De resto, tudo portugueses e um bom arranque de época (11 jogos e 10 vitórias, duas delas na Youth League). 

Se tivermos como referência os jogadores que foram recrutados para os Sub-19 nos últimos sete anos, vemos que tem havido uma incapacidade imensa em encontrar juniores com qualidade para chegarem à equipa A do FC Porto. A saber, e lista é longa:

Adivinha quem é
Yero, Gilmar, Rody, Engin, Bacar Baldé, Katalic, Renato, Abdoulaye, Cristian Atsu, Rafinha, Fábio Nunes, Samir Abdr, Romário, Ebo, M'Bola, Mikel, Rafael Floro, Thibaut Vion, Sagna, Víctor Garcia, Kokovic, Li Shuai, Rúben Alves, Jonathan, Ricardo Tavares, Pius, Elvis, Fidélis, Gudiño, Chidera, Leonardo Ruiz, Tony Djim, Malthe, Lumor, Matheus, Chidera, Ayoub, Luiz Sousa, Mouhamed, Oleg, Xavi, Dinghao, Moses, Fali, McArthur. 

Ufa. A maioria destes jogadores são desconhecidos para os adeptos. Muitos não sabem de onde vieram, muitos não sabem para onde foram, muitos não sabem sequer que passaram pelo FC Porto. Os processos de contratação da maioria destes jogadores são desconhecidos, mas se para se contratar jogadores conhecidos como Casemiro ou Dani Osvaldo são necessários contratos de scouting, o que esperar de miúdos desconhecidos que chegam dos 4 cantos do mundo?

Estamos a falar de jogadores que chegaram do Senegal, Gana, Costa do Marfim, Zâmbia, Nigéria, Venezuela ou Equador. E de toda esta lista, só seis jogadores chegaram a alinhar pela equipa A, a saber: Chidozie, Víctor García, Mikel, Abdoulaye, Yero e Cristian Atsu.

De todos estes, aquele que acabou por desempenhar o papel mais relevante na equipa A foi Cristian Atsu, apesar ter sido muitas vezes opção para Vítor Pereira sobretudo por o nosso último treinador campeão não ter muito por onde escolher (1 golo e 4 assistências em 32 jogos). Podia ter crescido mais no FC Porto, mas foi mal acompanhado na gestão da sua carreira e pouco mostrou desde que saiu do FC Porto. 

Mas é um exemplo do quão fragmentado já pode estar um jovem africano quando chega ao FC Porto. No momento da transferência para o Chelsea, a Energy Soccer, de Alexandre Pinto da Costa, ficou com 150 mil euros. E um fundo, cujo nome não foi revelado, ficou com 25%. Assim a mais-valia pela venda ao Chelsea ficou abaixo dos 2M€, com a curiosidade de depois a SAD ter utilizado o valor da conta a receber do Chelsea (1,5M€) para o ceder à Good for Sports Limited, a uma taxa de 8%. 

Sete anos de FC Porto
Um caso ainda mais demonstrativo é o de Mikel Agu, que tem mais renovações de contrato do que jogos pela equipa A. Mikel está agora a jogar com regularidade em Setúbal, embora nunca tenha revelado estofo e qualidade para ter espaço na equipa A (os melhores jogos que fez na equipa B foram como central). Está desde 2009 no clube, sempre a ter oportunidades de treinar no plantel principal, mas nunca mostrou estar em condições para dar o passo competitivo que faltava (com ou sem lesão, não faria parte das opções de Lopetegui para 2014-15). 

Do passe de Mikel, é sabido que a SAD cedeu 10% do seu passe ao SIF, em 2012, por cerca de 100 mil euros. Desde então, o passe do jogador já passou por diversas fragmentações: 10% ao Megapp FC, 25% a uma entidade chamada Sans Souci, e depois mais 10% cedidos ao SIF; à luz de um protocolo com a Sans Souci, a SAD cedeu 25% da receita líquida de uma futura venda. Qual a pertinência/razão de todas estas operações? Qual o sentido de ser necessário fragmentar tanto e tantas vezes o passe de um jogador que chegou ao FC Porto em 2009 e que esteve dois anos à espera para ser inscrito (não podia jogar antes dos 18 anos)? Não vale a pena falar dos já conhecidos casos de Rúben Neves ou André Silva: é essencial manter a totalidade dos passes dos nossos jovens mais promissores. 

Yero pode eventualmente ser recordado como um dos jogadores mais altos da história do FC Porto, e pelos 57 minutos em que representou a equipa principal. Uma prova de que a ordem do substantivo pode fazer toda a diferença: a diferença entre um grande jogador e um jogador grande.

O sexto empréstimo
Abdoulaye, um jogador que conseguiram convencer que tinha propostas de Liverpol, Dortmund e Benfica, voltou a renovar e a ser emprestado pelo FC Porto. Estamos a falar de um jogador sem quaisquer qualidades para jogar a este nível e que já foi emprestado seis vezes. Algo a repensar no futuro imediato do FC Porto é chegar à conclusão que há jogadores que, por mais vezes que sejam emprestados, nunca se vão valorizar a ponto de ser possível lucrar algo com uma transferência. Abdoulaye é um desses casos. Em final de contrato, era uma oportunidade para deixar o jogador ir à sua vida. Mas não. Continua emprestado.

60% do passe de Abdoulaye eram propriedade da Unifoot, de José Caldeira, segundo o R&C da SAD de 2010-11. Mas no R&C de 2012/13, o FC Porto informou que comprou 60% à Pearl Design, com um custo total de 1,1M€. Estávamos a falar de um júnior africano sem escola, que ainda assim implicou um investimento considerável. 

Curiosamente Abdoulaye partilha com Chidozie o dia de nascimento - 1 de janeiro. E quanto a Chidozie, que renovou até 2020 (a renovação justifica-se, falta saber se o mesmo se aplica aos eventuais custos do seu passe), é possível recuperar a avaliação feita no final da época passada. 

«Sub-19, equipa B e equipa A na mesma época. Foi um carrossel de emoções para Chidozie, lançado às feras na Luz. O Tribunal do Dragão foi da opinião de que Diogo Verdasca, tendo o mesmo número de oportunidades que Chidozie, faria igual ou melhor. Opinião que se mantém, mas José Peseiro escolheu confiar em Chidozie, que acusou toda a sua inexperiência ao longo destas semanas.

A grande exibição de Casillas contra o Benfica disfarçou muita coisa. Chidozie comete os erros próprios da idade e da sua inexperiência. Bruno Alves, Jorge Costa ou Ricardo Carvalho não jogavam no FC Porto aos 19 anos por um motivo. O mesmo que penalizou Chidozie: inexperiência e falta de devida preparação. Repare-se que Chidozie nem sequer teve um parceiro consistente ao lado, o que não ajudou. Não houve jogo em que Chidozie não cometesse erros graves de posicionamento. Mais culpa das circunstâncias do que propriamente do jogador, que fez o que podia, sem a preparação devida.»

Chidozie tem jogado pela equipa B e aparece como 4º ou 5º central (mediante um possível recuo de Danilo) da equipa A. Continua a ter algumas caraterísticas interessantes, mas tudo dependerá do acompanhamento e espaço competitivo que tiver nos próximos dois anos. No R&C da SAD, que deve ser dado a conhecer a 20s de outubro, poderá ser possível ver os eventuais custos envolvidos na sua chegada. Um júnior oriundo da Nigéria não pode custar milhões (basta dois para ser plural). 

A valorização de García
Sobra então Víctor García, um caso já aqui analisado e debatido. Esteve inicialmente emprestado ao FC Porto, com a possibilidade de ser comprado por um valor consideravelmente baixo, mas a SAD prolongou o empréstimo e Víctor García acabou por custar 1,8M€, por 50% do passe, pagos à já popular Northfields Sports, empresa muitas vezes envolvida e sempre paga bem em negócios do FC Porto na América do Sul - com a saída de Antero Henrique da SAD, fica a expetativa de ver se o FC Porto continuará a negociar com esta empresa ligada a Marcelo Simonian. Não deve haver muitos clubes a pagar 1,8M€ por metade de um júnior da Venezuela. 

Chidozie, Víctor García, Mikel, Abdoulaye, Yero e Cristian Atsu foram os sub-19 estrangeiros que conseguiram jogar pela equipa A do FC Porto nos últimos anos. É pouco, muito pouco. E tendo em conta que não se aproveitou um único jogador da equipa B que conquistou a Segunda Liga na última época, é lógico que urge repensar não só aproveitamento a ser feito da nossa formação, mas sobretudo o recrutamento que estava a ser feito. É essencial detetar os talentos portugueses mais cedo e questionar se vale a pena continuar a ter este tipo de abordagens em mercados como o africano. 

Um exemplo? Rafa e Diogo Jota, que ainda com idade sub-19 estavam no Feirense e no Paços de Ferreira, e que neste momento são os dois avaliados em potenciais 40M€ juntos (um pelo que poderia custar, outro pelo que poderá custar). E por vezes, muitos desses talentos estão fora do mapa dos três grandes até à idade de juniores. Exemplos: Raúl Meireles estava no Boavista, Rolando no Belenenses, Bruno Alves no Varzim, Ricardo Carvalho no Amarante, e a lista pode continuar, jogadores que conquistaram muitos títulos importantes no FC Porto.

Terá a Gestifute um departamento de scouting mais capaz do que o FC Porto? Não, certamente. Os empresários não podem ser mais rápidos do que o FC Porto, até porque atacar os jovens do mercado nacional sai muito mais barato do que recrutar sub-19s em África ou na América do Sul. A mudança de paradigma é mesmo essencial: o FC Porto tem que ser mais rápido a chegar aos jovens portugueses e trocar as prioridades. 

17 comentários:

  1. E para este objectivo (chegar aos jovens portugueses mais rápido), nada melhor que mais uma escola Dragon Force no estrangeiro.

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  2. Isto sim é um grande noticia.
    A barriga de aluguer tinha de terminar eventualmente.

    Apraz me ver o reinado de terror de Antero Henrique desfazer se

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  3. O recrutamento de jovens para as camadas jovens é péssimo.
    O caso de Diogo Jota é paradigmático disso mesmo, um jogador da nossa área geográfica, que podia ter vindo para o Porto à dois anos por mil e tal euros, vem agora por empréstimo, e com opção de compra de 22 milhões.
    Depois a maneira como se gere a passagem dos jovens das camadas jovens para o futebol profissional é anedótico, exemplo disso é o caso do Rui Pedro, começa a época a titular na equipa B, demonstra qualidade mais do que suficiente para manter o lugar, e o que acontece?
    Recebem um emprestado de 23 anos(Areias), que nunca terá qualidade para jogar na equipa principal do Porto, e baixam o Rui Pedro novamente para os júniores.
    Este tipo de jovens precisam de competição a sério para evoluírem, estar constantemente a dar goleadas aos juniores do candal ou coisa parecida não os vai ajudar a evoluir em nada, enfim.

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  4. "é chegar à conclusão que há jogadores que, por mais vezes que sejam emprestados, nunca se vão valorizar a ponto de ser possível lucrar algo com uma transferência"

    é isto, continuam durante anos à espera de valorizações milagrosas e depois acabamos por ficar com listas de emprestados gigantescas.

    Era bom que a tal "mudança de paradigma" (que espero que seja para cumprir) também servisse para acabar com a lista enorme de emprestados que só serve para dar trabalho, dinheiro gasto e exemplos de má gestão.

    Estrangeiros para os Juniores/ equipa B só mesmo em casos muito especiais em que se tenha uma grande convicção que possam ser úteis à equipa A no futuro. Aliás, estrangeiros e Portugueses...
    Fico com a esperança que a "promessa" seja cumprida..só espero que não seja apenas conversa...mais uma vez.

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  5. diria eu nem tanto ao mar nem tanto a terra. Em 15 contratados jovens se sairem 2 ou 3 bons e um muito bom ja sera otimo.

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    1. Este post demonstra que em 46 contratações potencialmente não há um único bom jogador. Potencialmente porque tenho a esperança que o Xavi destoe dos restantes.

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  6. espero que a saída de Antero signifique o fim destas poucas vergonhas

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  7. o que esta aqui em causa é: falta de tostoes,o resto e treta.ja o scp andou com esse lema mas assim que vieram euros ninguem sabe de onde vejam os jogadores que compraram estrangeiros.

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  8. Acho piada quando referem o caso de Diogo jota e rafa, que podiam ter sido "pescados" pelo nosso clube!
    No nosso FCP, nem metiam o pé na equipa principal, andavam emprestados ate desaparecer do mapa!
    Clube grande é assim, ou és muito bom ou pões te a andar, e tem que ser assim, seja em que idade for, velho ou novo!
    Já muita paciência sócios e adeptos têm com andre silva porque imaginamos o rapaz a ter uma carreira de goleador mas se fosse estrangeiro eram assobios a torto e a direito e a treta das comissões a vir á baila, quanto ao ruben neves para o ano vai ser emprestado para um clube qualquer espanhol com clausula de compra, e todos sabemos que vai ser assim é uma questão de tempo!!
    SDF

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  9. Eu também gostava que tivesses enumerado o rol de jogadores portugueses que nunca deram nada e sobre os quais vários adeptos suspiraram e puseram as mãos no fogo!... Vamos lá a ver: toda agente sabe que da formação à real qualidade ainda vai um passo muito grande! .. acontece no ballet, na natação, até na economia! não há receitas, há uma formação bem feita, e depois na passagem para ser adulto há muitos outros fatores.
    - Deixem-se dessa coisa que eles têm de jogar com regularidade, porque depois jogam e, ah! o treinador queimo-o, etc e tal !
    Como o André Silva é difícil ! O puto leva com toda as críticas e não desiste e tem alegria em jogar. Ainda assim se não continuar a evoluir vai ficar por isso mesmo...

    Acho muito perigoso fazer estas avaliações sobre a política de formação.
    Se o junior da Venezuela amanhã for o novo João Pinto, o que se vai dizer ?

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  10. Mais um excelente artigo. Parabéns pelo vosso trabalho.

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  11. Como acabou de ser dito mais acima, o que "motivou" esta mudança de paradigma foi o aperto financeiro, não se iludam. Tal como SCP há algum tempo, e SLB mais recentemente. No entanto há males que vêm por bem, e este método tem tudo para correr bem. Neste momento, alguns dos nossos craques da A são portugueses, algo que não se via há tempos - André Silva, Rúben Neves, Danilo, André André, Diogo Jota, ... - se a esses juntarmos qualidade vinda de fora, ótimo. Mas esta tem mesmo de se destacar, pois a "mão-de-obra importada" é geralmente mais cara (exceção ao Jota, pelos motivos conhecidos).

    Não que isso seja uma condição obrigatória, e não me venham com a lenga-lenga do "amor à camisola" (utopia, e irrelevante em profissionais), mas em termos financeiros pode ser deveras compensador. Depois também poderá dar frutos na seleção portuguesa, embora isso seja apenas um bónus (ou um empecilho para muitos).

    Claro que também haverá interesse especial em colocar mais emprestados a rodar na primeira liga. Quanto melhores, melhor, e os outros grandes sabem disso - goste-se ou não, é uma vantagem que esses "craques" depois não possam jogar contra nós, e possam em paralelo reforçar essas equipas contra os nossos rivais. Não sejamos inocentes, regras são regras, e valem para todos.

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  12. Eu tenho de ver para crer.
    Existe mesmo interesse que essa mudança exista? (Que seja o clube a procurar jogadores e não sejam interesses extra clube a coloca-los cá).
    O problema da nossa formação não se fica apenas pelo recrutamento, para um dia o clube poder olhar para a formação como um centro de recrutamento para a equipa principal muito tem de mudar e não são títulos inuteis da equipa b que alteram isso.

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  13. Concordo plenamente que apenas devemos contratar jovens estrangeiros de qualidade...mas não convém esquecer que um Halilovic, Emre Mor, Dembelé ou Sérgio Díaz não são propriamente baratos, mas sim esses são os jovens estrangeiros que devemos contratar. Quanto a portugueses quantos sub-21 seniores vemos com qualidade para serem titulares na equipa principal...vejo apenas 4, André Silva, Rúben Neves, Diogo Jota e Rafa Soares (que podia ser titular este ano)...e juniores? se 2 ou 3 derem jogadores de equipa A já será muito bom...e assim de repente não vejo qualidade por aí além, talvez Rui Pedro, Rui Pires, Moreto Cassamá, Diogo Dalot, Diogo Queirós, Diogo Costa, Leandro Campos, se destes 2 ou 3 derem verdadeiros jovens já é de ficar muito feliz.

    PS: Gostava que o TdD fizesse uma análise aos jovens sub-19 do Porto, suas maiores promessas e tal.

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  14. A SAD tem perdido imenso em 'publicidade e sponsorização'. Em 2014 recebeu 9.3M, em 2015 6.6M e em 2016 apenas 2.8M. A tendência devia ser este valor subir com os anos, o que se passou?

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  15. Dessa extensa lista de jogadores para os sub-19 esqueceram-se de falar de um jogador:

    Michaël Seri

    Veio do ASEC Mimosas como uma grande jovem esperança da Costa do Marfim. Era conhecido como o novo yaya toure.

    Chegou a ter um papel importante no FC Porto B sendo o trinco.

    Creio que chegou a ter alguns minutos na equipa principal.

    Foi emprestado ao Paços de Ferreira e agora está no NICE de França, que lidera o campeonato local e é companheiro de equipa do nosso Ricardo Pereira. Destaque para o facto de SERI ser titular indiscutível desta equipa.

    Achei importante o reparo a mais um excelente post.

    Abraço,
    Diogo

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    1. Seri não foi contratado para os Sub-19, mas sim para a equipa B.

      E ao contrário do que é muitas vezes erradamente repetido, Seri não estava emprestado pelo FC Porto ao Paços de Ferreira. O FC Porto libertou o jogador e ficou apenas com uma parte do passe.

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