domingo, 3 de dezembro de 2017

Depender de Marega

Segundo clássico da época, segunda vez em que o FC Porto é muito superior ao rival. Mas se contra o Sporting o FC Porto saiu de Alvalade como queria - líder -, desta vez o empate frente ao Benfica custou a liderança isolada e o terceiro jogo consecutivo sem ganhar. Falta de oportunidades? Não. Falta de eficácia? Talvez. Mas os maiores falhanços não foram de Marega, mas sim da equipa de arbitragem liderada por Jorge Sousa, que nem com o apoio do VAR conseguiu descortinar um penalty claro de Luisão, passível de consequente expulsão, e conseguiu ver um fora-de-jogo que nem poderia ser considerado duvidoso num lance que daria golo. Dois erros absolutamente grosseiros, que com o apoio do vídeo-árbitro deveriam deixar de existir.


E agora? Agora o FC Porto continua líder, com o melhor ataque e a melhor defesa, a depender de si próprio para ser campeão e sabendo que, na primeira volta, já defrontou todas as equipas do top 4. Não vacilar nos próximos desafios tem importância redobrada, e volta a ter a palavra a SAD, cujo presidente, nos últimos dias, dedicou mais do seu latim a mandar uma farpa a um ex-treinador do que a reagir à injustiça de que o FC Porto foi alvo frente ao Benfica

Sérgio Conceição precisa de mais opções e não precisa de ser mais um dos treinadores do FC Porto cujo estado de graça começa por terminar com erros de arbitragem. A equipa precisa de reforços e não precisa que cheguem apenas no final de janeiro: é da responsabilidade da SAD que no início de janeiro, no treino aberto aos adeptos, Sérgio Conceição possa desde logo ter novas opções para atacar esta missão impossível. Ou então continuem a confiar em milagres, até porque o Sporting recuperou 4 pontos em duas jornadas.






Marega a lutar (+) - A estratégia do FC Porto para ganhar ao Benfica passava por Marega. Pausa para visualizar bem isto. Em toda a primeira parte, o FC Porto só teve basicamente uma ideia para atacar o Benfica: bola em profundidade pela direita, para Marega ganhar metros e tentar fazer algo - basicamente só ganhou um canto, mas já lá vamos. Na segunda parte, Marega deixa de ser referência para correr pelo lado direito e passa a ser referência na grande área. E o que fez Marega entre todas as suas limitações? Lutou. Tentou correr, tentou meter o corpo, tentou ganhar cada bola. Tentou ser ele a impensável estratégia para o FC Porto ganhar o clássico. Se jogadores como Iturbe, Kelvin ou Quintero, que têm mais talento no dedo mindinho do que Marega no corpo todo, tivessem esta atitude e vontade, teriam tido uma estadia mais feliz no FC Porto. Marega deu tudo o que tinha. Não tem muito para dar, mas deu tudo o que tem. Não é possível cobrar mais. 

Alex Telles (+) - Muito sólido a defender, não deixando Salvio criar uma única jogada de perigo, Alex Telles fez uma exibição consistente e destacou-se no ataque, ao acertar 4 de 5 cruzamentos de bola corrida, além de ter criado 2 ocasiões de golo. Cumpriu com tudo o que lhe era pedido, desde dar profundidade ao flanco a bombear a bola para a grande área, perante a falta de ideias do FC Porto para o jogo interior. 

Brahimi (+) - Aconteceu o que se temia: a estratégia do FC Porto para este jogo obrigou Brahimi a estar demasiado longe do último terço. Isso limitou-o imenso na hora de fazer a diferença, tanto que só teve a oportunidade de fazer um remate, para defesa difícil do guarda-redes adversário. Ainda assim, foi o jogador que mais ocasiões de golo criou (4), destacando-se a forma como meteu Marega na cara do golo com um passe de 30 metros a fugir ao último defesa, e era o único a procurar momentos de desequilíbrio no espaço interior. Palavra também para Danilo, Herrera e José Sá, com exibições positivas num jogo de máxima exigência.







Depender de Marega (-) - A estratégia do FC Porto para ganhar ao Benfica passava por Marega. Onde é que já lemos isto? Pois. Mas se já foi elogiado o esforço de Marega, há que questionar como pode o FC Porto ambicionar o título quando a sua estratégia para vencer o clássico passa tanto por um jogador com as mais gritantes debilidades técnicas que há memória de ver no clube. Sim, Marega lutou muito pelo corredor direito. Mas todo esse esforço só resultou num pontapé de canto. Marega falhou as suas três tentativas de cruzamento, as três ocasiões de golo que teve, falhou 5 dos 7 dribles que tentou e só completou 8 passes em 90 minutos. Sim, Marega luta muito, corre muito, mas espremido o sumo, a única coisa que sobra é esforço, pois no sentido prático Marega não foi capaz de produzir nada. Esteve no sítio certo para ter três grandes ocasiões de golo, mas de pouco valeu. Será este plantel tão limitado a ponto de Sérgio Conceição preferir depositar o grosso da estratégia para um clássico num jogador? Ou acreditará assim tanto que ninguém pode dar mais do que Marega neste momento? 

Que futebol? (-) - O FC Porto do início da época parece uma realidade distante. Neste momento, o futebol que tem sido praticado pela equipa não espelha nenhuma melhoria em relação à última época, algo que se tem vindo a revelar nos últimos jogos. Demasiada pressa em procurar a profundidade nos corredores, algo que não tem significado maior rapidez e mais ocasiões de golo. Pelo contrário, a pressa em chegar à baliza adversário aproximou o FC Porto de uma equipa de chutão para a frente, que tenta chegar à frente de forma tão rápida e direta que isso não mostra mais do que uma equipa sem fio de jogo, de pouca circulação, de pouco envolvimento coletivo.

Mas a verdade é que, no 11 utilizado no clássico, não havia ninguém para pensar o jogo, exceção feita a Brahimi quando ia para a zona interior. De resto, o FC Porto depende da bola em profundidade para atacar, não tendo nunca conseguido aproveitar o muito espaço que o Benfica deixava entre linhas. No que toca ao meio-campo, o FC Porto tem um único jogador capaz de pensar o jogo: Óliver Torres. Deixou de ser opção, e o mês de janeiro talvez explicará se deixou de jogar por Sérgio Conceição não querer, ou porque já estava alinhava uma saída antes da sua transferência ao Atlético começar a ser paga. 

Faltando Óliver, o FC Porto não tem um médio organizador, pensador, o que forçosamente obriga Sérgio Conceição a procurar outras soluções. Se não podemos jogar de forma organizada e apoiada, não restam muitas soluções a não ser a velocidade e a dimensão física. Não é o tipo de futebol que costume ser imagem de marca de equipas campeãs, mas é o que se tem neste momento. E se não forem apresentadas alternativas, provavelmente não chegará. 

Estar na liderança da I Liga e na luta pelos 1/8 da Champions, neste momento, é absolutamente notável. Mas não é por acaso que 70% dos golos na Champions saíram de bolas paradas e que só se tenha sido conseguido um golo - que, diga-se, poderiam ser 2 ou 3 se o apito o tivesse deixado - em 270 minutos de futebol contra o top 4 da Liga, apesar de ter sido sempre superior. Falta cabeça, falta organização. Por muito boa vontade que se possa ter, ninguém é campeão a depender de bolas em profundidade num jogador que era o dispensável número um na pré-época.

Segue-se o Mónaco, que vai ao Dragão cumprir calendário com uma equipa alternativa. Escusado será dizer que falhar os 1/8 da Champions nestas circunstâncias seria algo difícil de digerir.

15 comentários:

  1. Nunca vistas, tamanha vilanagem e tamanha má-fé premeditada.

    Uma coisa é um árbitro ser juiz supremo de um jogo, de quem dependia a verdade desportiva possível, porque, de facto, o árbitro não podia apitar por dedução e tinha obrigação de apenas apitar o que lhe fosse visível (salvo indicações dos seus auxiliares).

    Outra coisa é o tão reclamado VAR, instalado para, pretensa e falaciosamente, repor a verdade desportiva.

    As omissões e decisões, ao arrepio do regulamentado protocolarmente, do VAR, as intromissões das equipas de arbitragem nas competências do VAR e os cirúrgicos apagões do sistema, têm beneficiado, desde o início do campeonato, de forma ultrajante, arbitrária, prepotente e despudoradamente continuada, o SL Benfica. Também o Sporting CP, quando enrascado, encontrou no VAR a sua bóia de salvação. Esse aglomerado e esse amontoado de omissões e graves erros, têm prejudicado o FC Porto, de forma muito grave, intencional e dolosa.

    Estes factos, já constatados e facilmente comprováveis através da revisão de todos os jogos, permite-me pensar estarmos perante um antro de crime organizado.

    O FC Porto tem sido ASSALTADO com uma violência gestaponiana e um à-vontade nunca vistos.

    O VAR – Vídeo Águia de Rapina – é um sistema engendrado, comandado e explorado pelo gigante POLVO vermelho, que com os seus tentáculos ventosalares, domina nas instituições desportivas, públicas, políticas, judiciais, de informação, de putas e proxenetas e de pó de talco.

    O VAR – Vídeo Águia de Rapina – tem como objectivos únicos:
    - Primeiro, consolidar e garantir a adulteração e o aviltamento da verdade desportiva, a favor dos clubes da 2ª circular, com especial atrevimento o SL Benfica:
    - Segundo, ROUBAR, de forma criminosa e insolentemente provocante, o FC Porto.

    O VAR – Vídeo Águia de Rapina – tem, como finalidade institucional, mascarar e legitimar o favorecimento corrupto e criminoso do Benfica e o assalto desenfreado, perpetrado descarada e acintosamente contra o FC Porto e a verdade desportiva.

    A Chama Imunda afirmou que o FC Porto tem um braço armado.
    Penso que é, pois, tempo de o preparar e exercitar para que efectivamente tenha a utilidade que a Chama Imunda quer apregoar.

    Os Catalães quiseram a independência.

    Nós não precisamos nem queremos ser independentes.

    Só teremos que repor a verdade histórica, o respeito e a honra, desanexando os territórios ocupados e libertando os povos subjugados.

    Somos PORTUCALE.

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  2. Há que arregaçar as mangas, há que dar o peito às balas:

    Primeiro, os técnicos multimédia e programadores afectos ao FC Porto devem produzir e editar um vídeo, com elevada qualidade de imagem e devidamente documentado e comentado, com todas as situações de favorecimento efectivo, do SL Benfica e Sporting CP, e de todas as situações que prejudicaram e roubaram o FC Porto - durante o presente campeonato - incluindo a criminosa adulteração das imagens originais da Sport TV, o inacreditável e criminoso privilégio de, a Benfica TV, realizar e transmitir os seus jogos, no Estádio da Luz em directo e a divulgação do conteúdo de todos os emails.

    Segundo, fazer a divulgação desse vídeo, de forma continua no Porto Canal, na internet, em todos os espaços online e offline, possíveis. Distribuí-lo pelos mais diversos meios de comunicação europeus, pela UEFA, pela FIFA e pelo TAS (Lausanne).

    Terceiro, preparar Providência Cautelar, argumentando interesse público e denúncia de arbitrariedades desportivas, como prevenção para o caso de a Sport TV e a Benfica TV proibirem a divulgação de imagens, alegando propriedade de autor e de difusão.

    Quarto, preparar e entregar Providência Cautelar, argumentando interesse público, arbitrariedades desportivas, adulteração e ocultação da verdade desportiva e relação privilegiada, com eventuais influências de decisão, com o VAR – não será difícil encontrar os mais verdadeiros e legítimos argumentos – solicitando a imediata suspensão, com o objectivo de permanente proibição, da realização, edição e transmissão dos jogos do SL Benfica nos campeonatos da 1ª liga do futebol profissional português, pela Benfica TV.

    Quinto, apoiar totalmente uma reunião de emergência, no Estádio do Dragão, com todos os accionistas, sócios e adeptos do FC Porto, para decidir a saída imediata da 1ª Liga Profissional.

    É certo que essa decisão, em teoria, levaria o FC Porto para um abismo competitivo, mas já o fizemos no basquetebol, e ressuscitamos das cinzas.

    Só em teoria seriamos sancionados, porque acredito que a tomada dessa posição seria uma bomba atómica, no País, na FPF, na Europa, na UEFA e na FIFA e iria obrigar o governo, o parlamento e as instituições de investigação e acusação, a intervirem urgente e eficazmente.

    Não temos que temer.

    Somos Portucale, descendentes directos e puros de D. Afonso Henriques.

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  3. enfim se marega fosse tecnicamente dotado estavamos na presença de um jogador de 200 milhoes, melhor que neymar, suarez e tantos do genero, para o futebol de SC sao precisos jogadores tipo marega que nao temos no meio campo, e e no meio campo que residem as nossas fraquezas mas ha anos, nao e de agora. Abou se marcasse em todas as oportunidades que tem era outro de 100 milhoes ora temos de encarar a realidade e perceber que o porto so por acaso hoje em dia tera jogadores no plantel que possam valer 50 milhoes. O que nao se pode e insistir em hernanis, andre2, layuns, maxis, e ate corona que nao tem espirito de clube grande. Mesmo com o dito chutao para a frente em dia sim tinhamos ganho 3 ou 4 a zero e bastava o arbitro e o bar serem competentes para podermos ter 2 ou 3, simples. O proprio soares ou começa a marcar e a ajudar ou melhor e ir dar uma volta. NAO PERCEBO O COMENTARIO DE SO UM GOLO AO TOP 3, OU E UM COMENTARIO E MA FE OU ENTAO E DESCONHECIMENTO DA REALIDADE DO FUTEBOL NACIONAL, mas ganhar ao braga em braga por um e mau? e empatar a zero no s+porting e mau? QUERES VER QUE QUEREM QUE SEJAMOS ATE MELHIRES QUE O BARÇA OU O MCITY??? convem ter algum tinoi no textos que se produzem, um lampiao nao escreveria melhor certas passagens do texto acima.

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  4. Concordo com a a sua análise ao jogo, mas está defesa ao Herrera é no mínimo rebuscada. O homem pode ser esforçado, mas não significa ser intenso na disputa na disputa de bola. Não significa pressão inteligente. Não significa cultura tática acima da média. Basta estar atento ao jogo e ver os duelos que ganha a meio campo, os passes inconsequentes e a forma leviana que os faz por vezes em zonas proibidas. E na "guerra do meio campo" meter o pé, não é com ele.
    Não duvido que seja bom profissional, faça bom balneário, mas fazer a diferença que é bom, pouco ou nada.

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  5. Plenamente de acordo com a análise feita nos bonés. Se me é permitido acrescento ainda as falhas nas substituições feitas pelo treinador. Não consegue acertar uma.

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  6. Já agora não nos esqueçamos de uma coisa. O significado de VAR. VAMOS AJUDAR, RUI. Por isso não podemos esperar grande coisa dos árbitros.

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  7. Boa tarde, Tribunal do Dragão.

    Sem dúvida que a ausência de Óliver na equipa é notória. Com o espanhol, a bola flui, circula, sai sempre redondinha. Com Herrera ganha-se a dimensão física, daí a equipa jogar um futebol mais partido e físico, na minha opinião. Dá-me uma saudade imensa ver o futebol de Óliver nesta equipa. Como disse, veremos o que janeiro nos diz sobre esta situação toda...

    Sobre o jogo jogado, não irei falar. Fomos superiores, tivemos oportunidades suficientes para ganhar mas, tal como nas últimas épocas, há sempre algo ou alguém a puxar-nos para baixo. Isto não pode continuar assim. Os Portistas, os jogadores e equipa técnica não merecem que o seu esforço e dedicação sejam arrastados na lama desta forma. Isto é humilhar-nos, semanalmente, e nós deixamos, de forma gratuita. Os nossos defensores não podem ser apenas e somente Sérgio Conceição e Francisco J. Marques. É preciso um grito de guerra e de revolta!

    Cumprimentos,
    BMF

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  8. Não concordo em absoluto com a apelidação de "tosco" ao Marega. Se o fosse não teria marcado os golos que já marcou e a equipa não seria tão dependente dele como o é, tal como o foi o Guimarães quando ali jogou no ano transato.
    É um jogador que, precisamente por ser hiper empenhado e sem medo de errar, suscita ele mesmo o erro de quando em vez, já que todos sabemos, que quando existe um desgaste físico excessivo perde-se acuidade, eficácia e precisão.

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  9. Isso do Oliver a ser verdade, irá provocar uma espécie de terramoto no seio da Nação que poderá fazer cair o "edifício". A não ser que chegue Madjer e Falcão, ou James e Hulk, ou Oliveira e Gomes, ou Cubillas...por aí.
    De resto...check!

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  10. O Sérgio Conceição deve pensar que o Marega é um Hulk. Causa-me muita confusão um jogador como Óliver estar na bancada em vez de ser titular, mas ser vendido em janeiro? É muito estranho

    Almeida Wm.p2

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  11. Boas.
    Espero que estejas errado, porque se estiveres certo, estamos lixados, é mais uma ano perdido.

    Abraço.

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  12. Faltou referir que a entrada de Otávio serviu para ganhar metros, e ainda causou alguns desequilíbrios. Talvez pudesse ter entrado mais cedo.

    Há 5 ou 6 épocas atrás, o FC Porto jamais apresentaria um meio campo sem um médio capaz de pensar um jogo, num clássico. Talvez Sérgio Conceição pudesse ter arriscado para esta partida. Se Otávio entrou, é porque o treinador já tinha equacionado esta possibilidade, complementando o raciocínio Óliver desta publicação.

    De resto, não me resta acrescentar mais nada a esta análise tão acertada.

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  13. Nós não temos um médio dominante desde a saida de Moutinho.
    Oliver na sua primeira epoca deu laivos de poder ser esse jogador mas desde 2015 que o Oliver não consegue chegar ao patamar dessa epoca quanto mais elevar uma equipa...
    Pior que as limitações das alas ssão nos termos 8 medios e nenhum consegue oferecer produção capaz para elevar a capacidade do colectivo para outro nivel.

    Enquanto não acertarmos na contratação de outro grande médio vamos andar nisto...

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  14. Desculpe, mas onde estava nos primeiros meses desta época?
    Até ao FCPorto-Besiktas, início da metamorfose que, de repente, SC entendeu levar por diante, trocando o futebol de elevada categoria, de pressão muito a alta, futebol apoiado de primeiro toque, tecnicamente evoluído, constante pressão na área adversária com imediata recuperação da bola, criaçao de oportunidades em quantidade e qualidade, dificuldades de o adversário ultrapassar a linha de meio campo, por um futebol directo, de confronto físico, com Herrera, que nos poderão fazer ganhar batalhas, mas nunca ganhar a guerra?
    Essas, as guerras, sempre as ganhamos com jogadores evoluídos, futebol apoiado e posse de bola.
    Nesses primeiros meses desta época, qual o melhor e mais influente jogador? OLIVER!

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  15. Ora Tribunal do Dragão, não concordo quando diz que a exibição do Marega foi uma mão cheia de nada... Com uma arbitragem correta o Marega teria "sacado" 2 penaltys ao Benfica, o que é bastante assinalável e ter-nos-ia dado a vitória estou certo!

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De e para portistas, O Tribunal do Dragão é um espaço de opinião, defesa, crítica e análise ao FC Porto, que aborda a atualidade desportiva e financeira de clube e SAD, bem como do futebol português.

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