segunda-feira, 11 de junho de 2018

A saída de Diogo Dalot

Esta notícia, publicada na altura pelo jornal O Jogo, tem pouco mais de um ano. Diogo Dalot renovava contrato, ou seria transferido por um valor na ordem dos 20 milhões de euros, a verba da sua cláusula de rescisão.


Um ano depois, o que aconteceu? O que o FC Porto sabia que aconteceria. Se Dalot não renovasse, sairia por 20 milhões de euros - o valor comunicado à CMVM acabou por ser um pouco superior, de 22 milhões de euros, pois a cláusula de rescisão do contrato do lateral português não foi batida.

Quer isto dizer que, para todos os efeitos contratuais, não foi Diogo Dalot a ativar a sua cláusula de rescisão - FC Porto e Manchester United negociaram, isso sim, a transferência do futebolista para Inglaterra, facto esclarecido no comunicado à CMVM: «Chegou a um acordo», escreveu o FC Porto. Ora, quando se batem cláusulas de rescisão, não há negociações nem acordos. 

O FC Porto acaba de transferir aquele que era, neste momento e na ótica da gestão de mais-valias, provavelmente o segundo jogador mais valioso do plantel. Alex Telles é, neste momento, o jogador com mais mercado e de maior valia financeira. De resto, considerando percentagens de passes, percentagens de terceiros, amortizações, mecanismos de solidariedade FIFA e afins, qualquer jogador transferido pelo FC Porto nesta altura dificilmente rende uma mais-valia acima de 20 milhões de euros. 

Por exemplo, no mapa de percentagens de passes divulgado pela SAD no Relatório e Contas do primeiro semestre (que, diga-se, não inclui todos os profissionais dos quadros do clube - apenas aqueles que implicaram investimentos considerados «relevantes» pela SAD), havia apenas 8 jogadores cuja totalidade do passe percente/pertencia à SAD do FC Porto. São eles Aboubakar, Alex Telles, Boly, Soares, Quintero, Layún, Marega e Govea. Entre esses jogadores, Boly já saiu, Quintero está a ser negociado, Layún iria ficar em Sevilha mas o clube recuou na opção de compra e Govea não está no plantel principal. Sobram Alex Telles, Soares, Aboubakar e Marega, mas nem nestes casos os 100% de direitos económicos garantem todo o bolo numa eventual transferência - basta dizer que, caso venda Marega, o FC Porto terá de atribuir 30% da mais-valia ao Vitória de Guimarães.

Por isso, é muito difícil para o FC Porto fazer mais-valias significativas com o elenco atual. No caso de Dalot, é um elemento da formação do FC Porto, não implica amortizações de passes e, salvo alguma operação que se desconheça por parte da SAD, não há percentagens de passes a atribuir a familiares ou empresários próximos. Logo, o valor pago pelo Manchester United corresponderá quase na totalidade à mais-valia.

Por isso, não valerá a pena fingir ou alimentar teorias de que o FC Porto é um enganado ou vítima no meio deste processo. Pelo contrário. A SAD sabia que isto ia acontecer: ou renovava ou Dalot saía. Teve mais de um ano para prolongar o vínculo. Não o fez. 

É de recordar que Dalot renovou em 2016. Na altura não o poderia fazer por mais de 3 épocas, por ser menor de idade. Diogo Dalot completou o 18º aniversário em março de 2017. Desde essa altura já tinha clubes como Bayern, Real e Barcelona à perna. A SAD sabia, devia saber, perfeitamente o diamante que tinha em mãos. 

Deixar prolongar esta situação, depositando as esperanças contratuais em apelos ao portismo e à paciência em que vez de materializar isso em vínculos assinados, roça o amadorismo, não representa a dimensão de uma estrutura que sabe que vive num mercado extremamente competitivo gerido ao ritmo dos milhões. O romantismo é para nós, adeptos, e nos gabinetes não pode ser trocado pelo pragmatismo. 

O mundo do futebol já conhecia Dalot, já sabia a grande promessa que era e é, mas lançar o miúdo em jogos contra Sporting ou Liverpool, sem contrato renovado, era um risco óbvio... mas necessário. Que poderia fazer o FC Porto neste caso? Proibir Sérgio Conceição de utilizar Dalot? Claro que não. O treinador tinha que ser livre nas suas opções, independentemente dos vínculos contratuais. Foi assim com Marcano, com Maxi, com Reyes, com Dalot. Colocámos Dalot numa montra que já era vasta, sem as garantias necessárias com vista à sua permanência. 

E agora? Agora o FC Porto faz um bom negócio naquilo que é o curto prazo e o contexto do fair-play financeiro da UEFA. A venda de Dalot podia não ser o plano A, mas dificilmente alguém na administração do FC Porto ficará incomodado com a verba paga pelo Man. United. Há metas para cumprir, que ainda não estão cumpridas, e a saída de Dalot aproxima a SAD dos resultados que tem que apresentar no fecho de 2017-18 (possivelmente ainda terá que sair mais um jogador - não esquecendo que entre Brahimi e Herrera, ou renovam ou terão que sair neste mercado, caso contrário poderão sair a custo zero).

E conforme foi analisado no post da saída de Ricardo Pereira, o mercado de laterais-direitos não é o mais valioso no futebol mundial. Dalot, com 8 de jogos de equipa principal, passa diretamente a ser o 9º lateral-direito mais caro da história do futebol. A questão é: valeria mais daqui a um ano? Muito provavelmente, sim. E tal como foi comentado aquando da saída de Ricardo, o mercado de laterais-direitos está a ficar mais caro - entre os 10 laterais mais caros do futebol, sete foram transferidos desde 2017.

Mas tal como com Rúben Neves, as necessidades do presente comprometem as possibilidades de tirar maior proveito no futuro. Vale com tudo: com os futebolistas, com as receitas da UEFA, com as antecipações do contrato de direitos televisivos, com contratos de factoring diversos... Antecipar, antecipar, antecipar. É a receita que reina. 

Depois, há o lado do jogador. E pensar que jogador algum no FC Porto ou no Campeonato português recusaria o Manchester United é querer viver numa realidade à parte. Nenhum jogador recusa o Manchester United. Nem Brahimi, nem Herrera, nem Dalot. No passado recente, vimos alguns dos nossos melhores jogadores irem para clubes como Lyon, Marselha, Mónaco, Zenit, Atlético ou até Manchester City. São clubes que, no peso do futebol europeu, não têm mais história do que o FC Porto. Mas têm outros argumentos financeiros, jogam em campeonatos mais atrativos. Então imaginem o que é ter em carteira um histórico como o Manchester United, treinado por José Mourinho.

«Pôs-se a andar à primeira oportunidade», dirão. Pois, mas há um detalhe: normalmente, os miúdos de 19 anos que jogam no FC Porto não têm uma proposta em mãos do Manchester United. Dalot foi um caso à parte: teve-a, não fosse ele talvez o melhor lateral do mundo no seu escalão.

Dalot vai para onde todos querem ir. E o FC Porto não pode esconder que faz um negócio que satisfaz a SAD nas suas metas financeiras e que não pode deixar ninguém surpreendido - afinal, há um ano que sabiam que ou renovavam com Dalot, ou o lateral teria compradores pelo preço da cláusula. De todas as coisas que nos possam surpreender de há um ano para cá, esta deve ser das últimas. A não ser que dê para alimentar a versão de que Carlos Gonçalves, empresário que não é dos mais próximos do FC Porto, e o pai do jogador, um miúdo de 19 anos, conseguiram ludibriar e enganar toda a estrutura da SAD. Era obra. É que se estivesse assim tão difícil renovar com Dalot, Sérgio Conceição não teria assumido, em espaço público, que Maxi e Dalot lhe dariam garantias perante a saída de Ricardo. 

Mais. Passámos toda a época passada a ouvir e a compreender que a SAD estava sob restrições financeiras, que complicaram o ataque ao mercado e renovações contratuais, mas ao ouvirmos o diretor de comunicação a afirmar, e citando, que o FC Porto «podia ter gasto, sem entrar em incumprimento, 63 milhões», mas «não o fez por decisão da administração para equilibrar as finanças», então afinal estávamos todos enganados. Foram 35,3 milhões de euros de prejuízo em 2016-17, e no orçamento para 2017-18 foi definido um prejuízo de 17,27 milhões de euros, mas afinal havia aí pelo meio algumas dezenas de milhões de euros para gastar «sem entrar em incumprimento». 

Jogador satisfeito, SAD satisfeita, sobra o mais importante: os adeptos. E como é natural, não haverá satisfação em vez mais um jovem talento do FC Porto sair do clube de forma tão precoce. Diogo Dalot sai muito cedo, por vontade própria do jogador, mas também o FC Porto não soube salvaguardar os seus interesses. Não é com juras de amor e beijinhos no símbolo: é com contratos assinados. Por isso, a SAD não deveria ter permitido a saída de Ricardo Pereira sem antes ter o futuro de Diogo Dalot 100% assegurado no clube. 

Felizmente, perante um problema surgiu rapidamente a resposta com uma solução, a rápida contratação de João Pedro, e Sérgio Conceição dispõe de uma nova e interessante solução para as laterais. O brasileiro passa a ser presente (e esperemos que futuro), enquanto Diogo Dalot passa a ser passado, numa história que termina sem vítimas ou vilões: Dalot segue os seus interesses e o FC Porto não salvaguardou os seus, pois embora a sua venda represente um encaixe útil e importante para a SAD no curto prazo, não serve nem maximiza os interesses do clube. 

Para terminar. Estarão por certo recordados que a bandeira da candidatura de Pinto da Costa para este mandato foi «um grande centro de formação». Portanto, ao invés de questionar onde está esse projeto anunciado há mais de dois anos e do qual pouco ou nada se sabe, talvez possamos é refletir se valerá mesmo a pena esse investimento, se as pérolas da formação continuarem a sair de forma tão precoce. A não ser que formação deixe de rimar com campeão e passe a rimar somente com milhão. 

13 comentários:

  1. O tom deste post esquece um detalhe muito importante, ou faz por esquecer - o custo.

    Não vai o Tribunal do Dragão cair na sandice de achar que a SAD não quereria renovar com o rapaz pois não?

    Se houvesse interesse, ele seria de maior valor, certamente. E aí, heróis ou vilões, iria na mesma porque, como vocês dizem, o United "não se recusa".

    Não só a célebre história de Deco o contraria, como uma boa gestão de carreira faria pensar melhor. Goste-se ou não, Rúben Neves foi ser titular absoluto no Wolverhampton, Dalot terá de se afirmar, com muita sorte.

    Diogo Dalot aqui seria titular absoluto, adorado por todos - caramba, é o perfil DELE que está no autocarro!

    Agora, quanto CUSTARIA a renovação de Dalot? Mais ou menos do que João Pedro? E a nível de salários? Com Iker Casillas a reduzir o ordenado e Maxi pelo mesmo caminho, se não conseguimos segurar Marcano por causa do salário de 4M líquidos, quanto era razoável pagar a Dalot? Não me vão dizer que o mesmo das principais figuras do plantel, pois não?

    Por último, se Luís Gonçalves está a tratar de renovar com os B, (ainda hoje Queta foi notícia) passa pela cabeça de alguém que não se queira renovar com os Diogos? Agora, se se fazem de caros, se querem ir jogar para Plymouths e afins, que fazer? Bater-lhes?

    Menos, por favor. Como vocês disseram, e bem, não há heróis e vilões - há vontades. Nunca vamos competir com tubarões em salário - só em gestão de carreira. Oferecemos o que podemos. Mas só faz falta quem quer cá estar.

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  2. as vezes com tanto palavreado tambem exageram...
    sabendo o pai do Dalot, o empresario do Dalot que poderiam ganhar o 3/4/5/6 vezes mais porque iriam renovar?
    ainda mais nos moldes do futebol actual...

    boa sorte ao Dalot, va pela sombra, e para a SAD e portistas em geral, que se deixem de embandeirar em arco (clichet propositado) com bateres no peito e beijinhos no simbolo mais essas tretas todas,

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  3. tudo dito!
    a impressao que fica da parca utilizacao de DD após regresso de Alex e a sua nao presenca no banco é que nao contaria como o tal possível titular que os jornais e adeptos apregoam. desse ponto de vista, a narrativa de vilao é tao conveniente á SAD... e fica a sensacao amarga que o treinador do ManU terá mais abertura ás suas qualidades que SC...

    A melhor das sortes para o atleta. foi um excelente profissional do clube, importante no balneário, e deu um encaixe óptimo em tempo de vacas magras. (Ruben Neves foi por menos, com mais comissoes, para a segunda divisao inglesa, por exemplo)

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  4. Conseguem vender jogadores com mais um ano de contrato e que nem sequer titulares são, por um valor acima da clausula.
    So acredita nisso quem é muito totó.

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    1. E porque não? Assim os dois clubes mantêm uma boa relação para negócios futuros.

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  5. Sigo habitualmente este espaço e esta é a primeira vez que deixo um comentário.

    Relativamente ao artigo, concordo com todos os pontos e, principalmente, com a conclusão. O contexto actual do Porto vai, na minha opinião, definir muito do seu futuro. Apesar do título que muito me apraz não considero que esse futuro venha a ser risonho. Parece que não há um rumo ou uma estratégia definida. Pelo contrário, parece me que as coisas estão a ser feitas de acordo com as circunstâncias que vão surgindo. É claro que é uma análise superficial, mas é aquilo que emana nas recentes incidências na vida do clube.

    Por último, um aspecto superficial. Sem prejuízo de me ter passado, custa me ver um "produto" do clube sair sem qualquer menção honrosa por parte dos meios de comunicação do clube com os adeptos, por exemplo, através do site ou da app.

    Cordiais cumprimentos e espero que continue este óptimo trabalho.

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  6. nao percebo o romantismo, afinal andre silva nao saiu por 30M? hoje sairia por quanto 10M, nao evoluiu continua com os mesmos problemas, nao marca, alias defeito da formaçao portista onde os planças sao treinados para defender, defender e claro depois esquecem se de marcar saem para fora e la fora querem planças que marquem golos. Ruben neves mas alguem acredita que se fosse tipo iniesta ja nao estaria no arsenal, liveroppool, mcity entre poutros, brincamos, saiu pelo seu balor. Boly puxa grande negocio. Agora O querido dalot portisya desde pequenino como bruno fernandes, rui patricio, william que sao sportinguiistas desde pequeninos ou eram. Dalot saiu e bem, sera que vale mais daqui a uns anitos? um def direito a valer 40M tem de ser como marcelo ou dani alves. TEMOS DE NOS DEIXAR DE ROMANTISMOS, afinal o benfiva vende pelos 15M indiscriminadamente mas no fundo nem com 5M fica, o futebol mudou e essa dos jogadores serem de um clube e jogarem por amor a cmisola acabou ate porque veeem exemplos nos mais velhois que andam por ai aos caidos porque em dada altura nao sairam ou se deixaram enrolar pelo amor a camisola, e depois quem lhes da a mao? os adeptos, os socios, DEIXEMONOS DE ROMANTISMOS SE MAREGA TIVER ALGUEM A DAR 25M E DE VENDER PORQUE MAREGA NUNCA MAIS FARA UMA EPOCA IGUAL A QUE FEZ. Agora despache se e hernanis, andre2, coronas, reys, warris, e assim porque nao fazem muita falta. Ah Ricardo? excelente negocio. ALIAS BASTA VER A SELEÇAO ONDE JOGAM OS NOSSOS JOGADORES?? CHINA, TURQUIA, ESCOCIA, PORTUGAL, southampton, valencia, depois ha 3 ou 4 que jogam no madrid, no mcity, no dortmund, no monaco, no napoles, no milan, destes poucos jogam um tempo razoavel nas primeiras equipas, PORTANTO QUEREM O QUE ROMANTISMO?? la por serem portistas nao significa que saiam todos jogadores de topo, contam se pelas maos, Pepe, moutinho, branco, deco, quem mais??? O ROMANTISMO NO FUTEBOL NAO EXISTE E OS JOGADORES ALEM DE TEREM MAIS EDUCAÇAO, MAIS FORMAÇAO, MAIS INFORMAÇAO TEM FAMILIAS ATENTAS E AGENTES AINDA MAIS ATENTOS PARA GANHAR O DELES, basta ver o que acontece no sporting onde jogadores da casa querem mandar no clube.

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  7. Gostei do artigo. É sempre bom ter adeptos atentos e empenhados. Resta apenas dizer que é sempre mais fácil falar do que fazer e que a confiança na direção se mantém enquanto os resultados desportivos forem positivos...Depois...

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  8. Boas,

    Para mim tudo é muito simples em relação ao Dalot. O jogador saiu porque quis e ponto final. Não vai para um projecto melhor, vai porque quis ganahr mais dinheiro no imediato e de certeza que tinha exigências que o FCP não poderia seguir.

    Desejo-lhe boa viagem e que se deixem das tretas do Somos Porto, quando à primeira oportunidade se pôem a andar.

    A não ser que o Valencia tenha algum problema físico, o Dalot irá passar a maior parte do ano no banco a "evoluir" possivelemtne ao lado do Lindelof, mas com a conta bancária mais recheada.

    É a vida e o FCP, com muita culpa própria, tem de saber viver com isso.

    Cmpts

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    1. tens razão mas, sem romantismos, jogar no campeonato português não é a mesma coisa que jogar na premier league. Jogar pelo porto na champions não é o mesmo que jogar pelo united que tem um plantel muito mais caro e por isso tem mais hipóteses de ganhar alguma coisa (não que actualmente o united seja melhor que o porto mas todos sabemos as fortunas que o mourinho pode gastar todos os anos em reforços enquanto que nós temos que vender todos os anos). Em termos desportivos o manchester united é um passo acima. Pode correr mal, mas é novo e tem a carreira toda pela frente.
      Já o nosso clube é duma lentidão exasperante no que toca a renovações de contractos. O presidente está velho, não há outra forma de o dizer, porque no passado isto não aconteceria (ultimamente tem sido muito frequente perdermos jogadores porque não renovamos a tempo) e a sad continua preocupada em ter lucro para dividir entre os gestores em vez de salvaguardar os interesses do clube. Com o que o Fernando Gomes mete ao bolso na sad, dava para aumentar o salário dum jogador

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  9. Todos os comentários são pertinentes e fundamentados em minha opinião , no entanto numa visão mais global sobre o FC PORTO de hoje , concluo que o titulo ganho pela equipa principal de futebol , foi mais do que tudo , um autêntico BALÃO DE OXIGÉNIO para a administração .
    Para a grandeza do clube , foi muito pouco o conquistado nas várias modalidades , falta dinâmica , arrojo , inovação , se o dinheiro é pouco então os responsáveis que ponham pés ao caminho no sentido de conquistar novos sponsors e investidores .

    250.000 nos Aliados é fantástico , mas já faz parte do passado.


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    1. concordo contigo. Basta comparar o nosso poderio nas modalidades em termos de investimento, com o que o Benfica e Sporting conseguem fazer. Não é à toa que nas modalidades a toda a hora há jogadores que saem para o Sporting porque paga bem mais.

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  10. Quando o equipamento dos nossos atletas das chamadas modalidades amadoras aparece despido de sponsorizacao, está tudo dito

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De e para portistas, O Tribunal do Dragão é um espaço de opinião, defesa, crítica e análise ao FC Porto, que aborda a atualidade desportiva e financeira de clube e SAD, bem como do futebol português.

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